Programa DONA

Para a mulher que se anula nos relacionamentos e já não se reconhece mais.

Sua casa interna está uma bagunça — mas por fora tá tudo arrumado. A que preço? Eu sei o custo de viver assim. E quero te mostrar.

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Olha pra você ver.

Você sempre fez muito por todo mundo. Engoliu. Se calou pra não ter briga.

E mesmo exausta, segue se preocupando com todos. Ainda se culpa.

Ainda procura ajuda pra aprender a se relacionar melhor — porque, no fundo, acredita que o problema é você.

Mas o problema não é você.

As Três Mulheres

Cada uma delas nasce de uma necessidade específica: agradar pra não ficar sozinha. É um padrão que segura — e que te mantém presa.

A Guerreira

A Guerreira

segura a espada
"Eu luto por você pra garantir o seu amor."

Então ela luta por todo mundo. Guerreia, resolve, segura tudo. A espada é a prova de que ela é boa. Ninguém pode acusá-la de egoísmo porque ela dá tudo. Está exausta — mas não pode parar.

A Fazedora Invisível

A Fazedora Invisível

segura a bandeja
"Eu não preciso de ajuda. Não quero incomodar."

Então ela serve todo mundo. Tem dez mãos pra dez bandejas. A bandeja é a garantia de que não será abandonada — porque se todos precisam dela, ninguém vai embora. Ela é indispensável e invisível ao mesmo tempo.

A Curandeira Ferida

A Curandeira Ferida

segura a varinha de condão
"Eu sei muito bem como cuidar da sua vida. Deixa comigo. Eu vou estar sempre aqui."

Então ela cresce, mas não assume. Vai mas não vai. A varinha é o jeito de crescer sem ameaçar ninguém — cuidando dos outros em vez de brilhar. Acha que se amar o suficiente, o outro vai mudar. Que vai transformar todo mundo. Menos a si mesma.

Se você se reconheceu em uma dessas mulheres — ou nas três — continue lendo.

A verdade é que...

Você nunca aprendeu a existir dentro das suas próprias relações. Aprendeu a servir, a resolver, a curar. E nesse processo, desapareceu de si mesma.

Isso tem nome: solidão relacional. E não é culpa sua.
A espada cansa — lutar não resolve
A bandeja pesa — servir não preenche
A varinha não funciona em você — curar os outros não te cura

Quando a casa se organiza,
a dona aparece.

CCoragemPra olhar o que antes você não conseguia ver
EEssênciaPra ter clareza de quem você é sem as máscaras
TTerritórioQue você conquista em cada área da sua vida
RRotaPra a direção clara de onde você quer ir
OOriginalidadeQue te conecta com quem você nasceu pra ser

O CETRO desfaz as máscaras
que o medo da solidão criou pra te defender

"Eu luto por você pra garantir o seu amor."

Você não precisa lutar pelo amor. Quando você desperta pra ver que o amor verdadeiro não se conquista — se recebe — você solta a espada. E descobre que sempre teve as mãos pra receber.

"Eu não preciso de ajuda. Não quero incomodar."

Pedir ajuda não te faz peso — te faz humana. Quando você ordena o que aprendeu sobre precisar, descobre que receber não te afasta de ninguém. Te aproxima de quem realmente quer estar perto.

"Eu sei muito bem como cuidar da sua vida. Deixa comigo. Eu vou estar sempre aqui."

Você não precisa cuidar de todo mundo pra merecer estar aqui. Quando você assume a sua própria vida — quando se nutre antes de servir — descobre que existir é suficiente. Você não precisa ser útil pra ser amada.

Programa DONA

Da Espada ao Cetro

Um programa que vai transformar sua estrutura pra você viver relacionamentos seguros, recíprocos, compatíveis, autênticos, constantes e comprometidos. E finalmente sentir a alegria de viver em paz.

D

Despertar

Arrumar sua casa interna com CORAGEM de pôr luz e ver cada canto. E mudar — desde o alicerce — pra criar uma nova estrutura que respeita quem você é.
O

Ordenar

Ordenar todas as possibilidades que estão aí, esquecidas. Acessando a ESSÊNCIA e tomando os TERRITÓRIOS internos. Liberando toda a bagunça.
N

Nutrir

Nutrir a Dona da casa pra você seguir em direção da ROTA que te leva ao auto-amor incondicional.
A

Assumir

Assumir a própria vida e pegar o CETRO pra governar a própria casa com ORIGINALIDADE.

Quem te acompanha nessa jornada

Le Soares

Meu nome é Le Soares. Sou psicoterapeuta integrativa e trabalho com mulheres há mais de 20 anos. Eu fui a Guerreira, a Fazedora Invisível e a Curandeira Ferida — e eu fiz a travessia.

Hoje eu vivo o amor verdadeiro.

Um amor seguro, porque somos livres pra ser vulneráveis. Recíproco, porque respeitamos e compartilhamos todas as questões, onde cada um assume sua parte. Compatível nos valores, nas conversas, no estilo de vida. Autêntico, podemos ser quem somos, fazer o que gostamos, sem invadir a existência do outro. E constante no amor, na conversa, nos desafios. Não tem susto. Tem escolha de amar pelo que é.

O Programa DONA nasceu de uma metodologia que integrou a Psicologia da Personalidade, o Olhar Sistêmico e a Neurociência. Mas isso são técnicas — só importa porque foram os instrumentos que me levaram à raiz do FEMININO FERIDO E DA CODEPENDÊNCIA. E foi traduzindo essa travessia que ficou claro: o problema nunca foi falta de amor próprio. Foi uma estrutura interna que conduz ao medo da solidão relacional — e que ensina a coexistir nos relacionamentos em vez de existir pra si mesma.

E quem você vai ser

Uma mulher que existe pelo que ela É — não pelo que ela faz
Que escolhe conscientemente quem está perto e como está perto
Que tem maturidade para amar sem se perder
Que governa a própria vida com o CETRO nas mãos

Você está pronta pra largar tudo isso
e fazer essa travessia comigo?

Pra se relacionar de verdade, você vai precisar aprender a andar com as mãos livres. Sem espada. Sem bandeja. Sem varinha. Com as mãos, os braços e o corpo inteiro abertos. Em paz. Leve. Livre. Pra receber todo o amor do mundo.

Você pode continuar carregando a espada, a bandeja ou a varinha. Ou pode largar as três e pegar o que sempre foi seu.

Pra você se tornar Rainha de Si.

Seguimos juntas?

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